DANILO FIANI CANTA CAT STEVENS
Uma das promessas da música brasileira, já se apresentou diversas vezes no Bottle’s Bar, interpretando Beatles, Caetano Veloso e agora cantando clássicos do Cat Stevens.
“DANILO FIANI canta CAT STEVENS”
Danilo Fiani e a tecladista Rachel Alhadeff interpretam as canções do
ar sta britânico que abandonou a carreira no auge do sucesso para se
dedicar à religião
A trajetória de Cat Stevens vai na contramão de qualquer ídolo pop de sua
geração. Passado seu estrondoso sucesso, com os álbuns Tea for the Tillerman
(1970), Teaser and the Firecat (1971) e Catch Bull at Four (1972), o artista não
se acomodou e buscou se reinventar em álbuns subsequentes que, embora
tenham vendido bem, não alcançaram o sucesso dos predecessores. Contudo,
justamente quando parecia recuperar o prestígio com o elogiado álbum “Back
to Earth” (1978), ele resolve se afastar do showbizz por tempo indeterminado,
dedicando-se ao islã e alterando seu nome para Yusuf Islam.
Toda a inquietação de Stevens, desde sua juventude (quando, por conta de
uma tuberculose, precisou se afastar da música por quase um ano, pouco antes
de se tronar um pop-star de alcance mundial), se traduz em um repertório com
elevado valor confessional, com sua busca espiritual se refletindo em igual
medida em diversas de suas letras.
Danilo Fiani estreou suas apresentações dedicadas a Cat Stevens em 2022, nos
Estados Unidos, no festival “Abbey Road on the River”. Devido ao sucesso,
sempre com grande público, ele tem retornado anualmente ao festival paraessa finalidade. No Brasil, fez algumas apresentações do show no Beco das
Garrafas, em Copacabana.
Por sua profunda conexão com o artista, Danilo Fiani revela, com sua
interpretação, toda a carga emocional das principais canções de Stevens –
como “Father and Son”, “Moonshadow” e “Wild World” –, que se
caracterizam pelo registro grave da voz do artista e por sua batida característica
no violão de aço. E dessa vez contará com a participação da pianista clássica
Rachel Alhadeff, que reproduz com maestria alguns dos arranjos icônicos do
repertório de Cat, como “Morning Has Broken” e “Sad Lisa”.